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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Música de hoje :)

Eu e o B retratados.....
Por isto é que eu continuo a gostar da Pink.
Cheers :)

Veio parar cá a casa #7

Os meus dois grandes amigos depois do banho.
Se ainda não experimentaram, não sabem o que perdem.
Principalmente o Óleo Precioso de beleza da Garnier.
O cheirinho, ai o cheirinho.... é tão bom...
Ah o resto? se faz maravilhas pela pele, etc e tal? Who cares? chheiiraaaa tão beeemmm!
Ok, ok, pronto, sim, noto a minha pele mais hidratada, e é prático, e acreditem, não há ninguém mais preguiçoso que eu para por cremes e tretas dessas no corpo, por isso o facto de ser em spray é uma benção. Borrifa se para o corpo, passa se a mão e tá a andar! Já falei do cheirinho?
O Uniq One faz maravilhas pelo cabelo. Depois da lavagem e de enxugado, coloco umas borrifadelas no cabelo e.... ahhhh...suavidade instantânea... 
Duas pequenas maravilhas que vieram cá parar a casa.
Cheers :)

Cinema | Grown Ups 2

Caso apeteça ver um filmezito, cá fica a minha sugestão.


Há muito tempo que não me ria tanto! Muito melhor que o primeiro.
Enjoy!
Cheers :)

Happy Halloween!


Tocam á porta.
O B vai atender com a loira canina colada aos calcanhares.
Abre a porta: "Doçura ou travessura!"
Cara do B: priceless. Cara da Elune: priceless a dobrar. Ela ao olhar para as pequenas bruxinhas, não sabia se havia de abanar a cauda ou arrancar o nariz postiço a uma delas.
Passado um segundo, viram se os dois para mim, o B com cara de pânico.
Na verdade, não tenho doçuras em casa, porque ninguém as come. Depois de pensar um pouco... Sim, tenho uma. Uma caixa de bombons.
Vi a cara de alegria das pequenas bruxinhas, quando a coloquei dentro do pequeno saco de papel e pedi para que pudessem dividir.
A tradição americana está a virar portuguesa? Bem, pelo menos é mais uma oportunidade que os miudos têm de se mascararem e afinal, que mal é que isso tem?
Feliz Halloween.
Cheers :)

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Desculpa


Às vezes temos de colocar o orgulho de lado e aprender a pedir desculpa, por muito que nos doa, que fiquemos com o ego ferido ou que se ache que temos razão ou não.
E no entretanto no nosso finca-pé de não dar o braço a torcer, podemos estar a magoar quem nos quer bem.
Talvez hoje tenha aprendido a pedir desculpa a sério.
Desculpa por me aturar, quando de vez em quando, sou uma cabra. E difícil de aturar. E complicada. E chata. De uma só única palavra me levar a extremos.
Então hoje... pedi desculpa.
E não fiquei mal por isso, fiquei até mais aliviada. É a força que uma só palavra pode ter.
Desculpa.
Cheers :)

Coisas Parvas


À medida que envelheço apercebo-me do quão ridícula por vezes era quando era mais nova.
Coisas que disse, fotos que tirei, coisas que escrevi....
E com certeza que daqui a 20 anos, vou achar o mesmo de mim hoje. :) Nada a fazer.
Cheers :)

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Mais uma que começa...


Mais um Domingo que passou e cresce o nervoso miudinho de mais uma semana de trabalho.
Hoje em dia, ter um trabalho é como se fosse um tesouro, pelo menos é o que sinto. Mas ir para o um trabalho que se detesta, não será pior ainda? Quer dizer eu não odeio o trabalho em si, é um trabalho que se puxa pela mente, requer muita concentração 8 horas por dia, 5 dias por semana. Nenhum cérebro aguenta tal pressão, aliado à pressão que qualquer erro que se faça é o mesmo que ir para a rua, aliado ao ver os meus colegas, pessoas com quem eu construí amizades e cumplicidades serem despedidos porque sim, porque tem de ser, custa-me, muito.
Mas o que faria se eu não tivesse trabalho? Faço essa pergunta a mim mesma imensas vezes.
Preciso de trabalho para viver (ou sobreviver). Bateria a todas as portas? Fazia o meu artesanato e iria vender? Ia trabalhar para um McDonalds, ou uma Pizza Hut ou uma Telepizza para meu sustento, por muito pouco que fosse? Ia. Já o fiz antes e faria de novo. Mas enquanto não me despedirem e não me chamarem para outro lado, mantenho me ali, enquanto vou enviando curriculuns para todo o lado que me lembre e ache que vá ser melhor que ali. Mas é um pau de dois bicos. Não me chamam para uma entrevista por eu ainda estar empregada. Querem disponibilidade imediata, coisa que eu sei que não tenho....
Mas sei que não posso continuar assim e por isso continuo a tentar. Tenho de tentar, não?
Cheers :)

domingo, 20 de outubro de 2013

Questão de (grande) Peso #11


Falta de vontade, falta de vontade, falta de vontade. 
Foi o que eu senti no primeiro dia. Mas como sempre, o primeiro passo é sempre o mais difícil. 
Mas fui... 
Mesmo com chuva...
Cheers :)


Cinema | Pacific Rim

Pacific Rim, ou melhor, Batalha do Pacífico.
Normalmente quem me puxa para ver estes filmes é o B. Ele gosta de ficção científica e eu também não posso dizer que não gosto.
Mas a verdade é que quando o coitado me pede para vermos um filme no sofá eu só me aguento 5 minutos antes de adormecer, principalmente á noite.
De qualquer das formas venho vos recomendar este.
É um bom filme para um Domingo chuvoso.
Há pipocas aí por casa?

Bom Domingo!
Cheers :)

Elune | A Vida Com Uma Loira Canina #23


É oficial, a Elune desenvolveu uma obsessão por... gatos...
Ok, devem estar a pensar: "mas ela é um cão, é normal".
Sim, mas até há poucos meses, os gatos não lhe faziam grande mossa, ou seja, ela quase que os ignorava.
Aliás, o ùnico momento de interacção foi há bastante tempo entre ela e uma miniatura de gato.
Tinha a Elune aproximadamente 8 mesinhos e numa das suas constantes visitas á clínica veterinária, travou conhecimento com um gatinho que esperava dono.
Achei que era boa altura para ela conhecer um exemplar da espécie felina.
Peguei o pequeno gatinho nos braços e cheguei perto. A princípio, como sempre, não prestou atenção nenhuma, mas quando se apercebeu do animal, espetou lhe aquele nariz gigante e molhado na carinha do pobre coitado, ficando todo molhado. Óbvio que foi logo agraciada por uma mini bufadela.
Acredito que pela cara que ela fez naquele momento, que definitivamente não estava nada á espera que aquilo acontecesse.
Enfim, a coisa agora tem sido o fim do mundo em cuecas. Mal sai da porta de casa, vai (ou tenta ir), ver se os gatos estão no local onde costumam estar. Nem que esteja apertadinha para fazer xixi. Se não estiverem lá, espreita por baixo de todos os carros a certfificar se. Só depois é que ela faz o que veio fazer á rua. "First things, first"
Definitivamente a minha cadela tem a ideia errada no que concerne a prioridades.
Cheers :)

sábado, 5 de outubro de 2013

Eu e os meus monstros....


Encontro-me de novo em frente ao grande portão que guarda o lugar mais recôndito e escuro da minha mente. O local que eu jurei que para sempre iria ficar selado.
É lá que vivem os monstros que mais adoram atormentar-me.
E eles espreitam.

O monstro da fealdade.
De me olhar ao espelho e não gostar do que vejo.
De não sentir o amor por mim que eu deveria sentir.

O monstro da tristeza.
De chorar por coisa nenhuma e por tudo ao mesmo tempo.
Um gesto, uma palavra, atinge-me de uma forma assustadoramente intensa.

O monstro da pequenez.
De não me sentir suficientemente importante para que os outros me notem, ou melhor... para que eu me note a mim mesma.
De me sentir estranhamente insignificante neste mundo demasiadamente grande.

O monstro do desinteresse.
A minha criatividade não desapareceu, eu ainda adoraria fazer os meus trabalhos manuais, mas já não tenho vontade de os fazer. E se não é para amar as coisas que eu faço e se estas não forem feitas com carinho e criatividade, prefiro não as fazer.

O monstro da incapacidade.
Não me sinto capaz de fazer nada.
Tenho o desejo absurdo de fazer exercício físico. Sinto falta, mas escapa-me o mais importante. A vontade de o fazer, realmente.

O monstro da auto-estima.
É o monstro pelo qual todos os outros se regem..
Quando este sai e esmaga a minha auto-estima a níveis microscópicos, todos os restantes monstros me parecem grandes demais.

O monstro da auto-confiança.
Zero! Auto-confiança não deveria existir no meu vocabulário.
Será estúpido ás vezes desejar que outra pessoa vivesse a minha vida?
Porque é que não posso ser a actriz principal no meu próprio filme e apenas me cinjo ao papel secundário?
Porque é que eu acho que eu mesma não tenho valor?

O monstro da Depressão.
Eu e esta personagem temos história.
E eu prometi a mim mesma há uns anos atrás, quando o acorrentei, que se ele voltasse a por aquela cara feia fora do seu buraco, eu estaria à espera dele caçadeira na mão, pronta para o abater.
E ele já espreita e eu dou por mim sem balas na arma.

Ás vezes parece que tudo se resume a uma simples pergunta:
"Que caralhos estou eu aqui a fazer? E porquê?"
E a resposta deveria ser ainda mais simples:
"Para ser feliz".
E talvez devesse virar costas ao portão e mantê-lo selado sem ter medo dos monstros que se mandam contra ele tentando arromba-lo.

E talvez devesse deixar de pensar em merda e devesse ir deitar a minha cabeça na almofada e fechar os olhos. É. É isso mesmo....
Cheers :)

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