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domingo, 31 de maio de 2015

A Primeira e Última.


Não vos sei certificar o dia, mas houve uma pergunta na página de uma amiga em que esta perguntou, qual os blogs que as suas seguidoras seguiam ou mais gostavam. Em nenhuma vez o meu blog ou página foi mencionada. Nem um única vez.
Confesso que isto me deixou triste. O facto de não ter conseguido chegar ao coração de nem sequer uma pessoa.
Para uma escritora ou uma "inventora" de palermices é um pouco desmotivante. Talvez não escreva com tanta frequência quanto deveria, mas deveria eu debitar posts uns atrás dos outros apenas porque sim? Fazer passatempos? E ter as pessoas cá apenas porque "dou"?
Não digo que desta água não beberei, mas penso que não farei passatempos por mim mesma. Por uma questão de justiça. Se me custar seguidores, que assim seja. Justiça, por quem arrebatar o prémio seja alguém que apenas colocou o "like" apenas por colocar. Que nunca me deu os bons dias quando eu dei a todos.
Um dia se eu der algo a alguém, será a alguém que comigo interagiu quando os outros 1900 se mantiveram calados e passaram a notificação do blog á frente. Mas não censuro essas pessoas. Afinal sou apenas mais uma no mar. Mas não quero ser mais uma igual ás outras.
Tenho pena que nunca me tenham mencionado, tenho de trabalhar mais para ser melhor... pessoa.
Talvez um dia me mencionem ou não. Foi a primeira vez que me senti mal por isso. E garanto também que será a última.

Cheers :)
Andy.

Música de hoje :)


Muito boa onda.
Cheers :)

sábado, 30 de maio de 2015

Música de hoje :)


Mais uma vez trago vos ests. Não sei porquê, mas esta música é como um iman para mim....
No carro ouço a vezes sem conta....
Bom Sábado.
Cheers:)
Andy

domingo, 24 de maio de 2015

A Opinião. Outra vez.


Tenho fama de dizer quase sempre o que penso, o que faz que muitas vezes seja mal interpretada. É um risco que tenho de tomar e estou em paz com isso. E hoje não é diferente.

Sobre os blogs, ou melhor, sobre o que eu considero, hoje, como páginas de publicidade. Os top blogs do nosso país. Sempre que vejo uma publicação é sobre marcas, marcas e mais marcas, viagens sobre marcas, eventos sobre marcas, lançamento de livros e por isso marcas... isso é ser blogger, ou apenas colaboradora de uma revista de publicidade?
E porque raio as pessoas consideram isto como sendo top bloggers? Acho que é a mesma coisa de perguntar quem é a Kim Kardashian e o que fez ela para ser tão famosa? Fez um video de sexo e é filha do falecido advogado de OJ Simpson, ah ok, então 'bora lá segui-la.

E há os blogs mais pequenos, que hoje em dia são milhares. Todos os dias nascem centenas.
A falar sobre o quê? Marcas.
A maioria de boca aberta até tráz à espera do produto que uma marca possa mandar. E depois tudo é bom, até uma poia de cão se for mandada por uma marca é bom.

E depois vem o estereótipo de Blogger... a menina-bem, sem problemas financeiros, sem problemas pessoais. "As pessoas gostam do positivismo" - está bem, eu também gosto, porra, mas nem todos os dias uma pessoa está peace and love e tudo lhe corre bem. E depois os seguidores ao ler aquilo pensam: a minha vida é uma verdadeira merda comparada com isto... não, não, não, minhas senhoras e senhores, isso é o que eles querem que vocês pensem. Que vocês precisam disto ou de aquilo que elas publicitam para serem felizes.

Vocês não precisam de merda nenhuma material para serem felizes. Só depende de vocês, e o vosso tempo é e sempre será precioso, por isso escolham bem que pretendem ler e gastar essa preciosidade. Valorizem se e não sigam a carneirada. É um conselho. O tempo perdido não volta atrás.
Nem este tempo em que estiveram a ler baboseiras como esta.
Lembrem se: vocês são únicos e especiais. E não mais um na multidão.

Best of love, 
Cheers :)
Andy

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Bullying and Bullies


Também eu vi o vídeo da agressão.
Não consegui vê lo todo na altura. Vi hoje nos telejornais como notícia de abertura.
Admito que me revoltou e que o sangue me ferveu.
Criou em mim o ímpeto de dar uma carga de lenha àqueles jovens.
Foi um sentimento que não gostei. Por momentos fiquei cega.
Espero que justiça se faça, mas não com violência. Violência não leva a lado nenhum e só gera ainda mais agressividade.
Nunca fui vitima de bullying, por isso não sei por que tipo de violência psicológica estes miúdos passam.

Os bullies devem ser sinalizados e ajudados a superar qualquer tipo de descompensação que poderão ter para subjugar pessoas mais fracas.

E as vitimas ajudadas, para que não tenham medo de viver e conviver. Nem todos as outras pessoas lhes querem mal.

Aguardam-se os próximos episódios.

Andy.


Humanidade, humildade....


Para quem segue a página e o Instagram cá do estaminé, sabe que eu adooorroooo livros, adoro, mesmo.
Tivera eu mais dinheiro e comprava muitos mais.
Vejam lá, este mês comprei dois e para o próximo mês já tenho mais dois para comprar.
Este mês foi sobre a Segunda Guerra Mundial, mas mais especificamente sobre o Holocausto.

Posso confessar que este é um dos assuntos sobre os quais mais me interessa ler. Não sei porquê, mas leio e vejo todos os documentário disponíveis sobre esta... tragédia, para dizer o menos....

Quando eu confessei ao B qual seria uma das viagens que eu queria fazer, ainda me lembro da cara de incredulidade dele. Disse lhe que queria ir à Polónia. A uma cidadezinha chamada Oświęcim
A Auschwitz.  Acho que o sangue lhe fugiu da cara.

Quando ele me perguntou porquê, nem eu soube lhe dizer o motivo. Curiosidade? Morbidez? 
Hoje em dia estou bem mais consciente do que aquele local representa.
Muitas vezes queixo me da vida, que tudo está mal, que nada corre bem.
Para mim aquela viagem iria representar a bofetada da humildade e a sorte que tenho em viver como vivo.
Diz, quem já lá foi, que se sente o peso do que se lá passou. E do quão mesquinhos são os nossos problemas perante um local como aquele.
Que quando nos encostamos à parede de fuzilamento quase conseguimos sentir o que aquelas desafortunadas pessoas sentiram.
Que não é para todos uma visita daquelas.
Talvez não seja, mas quero muito ir. Para que eu tenha uma lição de humildade, de humanidade também.

Digam-me, já alguém lá foi? Como foi? Contem-me, se puderem.

Cheers :)
Andy

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Música de hoje :)


Boa Segunda e boa semana.
Cheers :)

Nem tudo o que reluz....


Sabem, muita gente olha para as páginas de blogs e mesmo para os blogs e pensa: "uau" aquela pessoa deve ter uma vida extraordinária".
Hmmm nem sempre é assim.

A minha vida não é perfeita, nunca foi.
Eu nasci de uma relação conflituosa entre os meus pais, ambos viúvos.
Eu nunca me encaixei bem em nenhum lado.
Era a miúda pobre. Na escola, no círculo de amigos.
A minha primeira casa foi uma casa velhinha, as condições não eram as melhores, ás vezes chovia dentro de casa, mas a minha mãe, com mais ou menos recursos, nunca deixou que nada de essencial me faltasse. Nem a mim, nem aos meus três irmãos.
Na escola nunca fui a mais popular nem a mais bonita, fui rejeitada por outras meninas mais que uma vez, o que fez com que me tornasse introvertida. Os meus amigos eram os livros, a escrita. Aos 12 anos tinha escrito a minha primeira história. Sobre um unicórnio chamado Luciano. Nem sei porque raio me lembrei desse nome.
Tinha um pequeno livrinho onde escrevi essa e outras histórias.
Ficou perdido provavelmente nas coisas deixadas para trás quando mudamos de casa...
Escrevi poemas e canções na minha inocência de miúda sonhadora.
Tinha e tenho obsessão pela gramática e construção de textos. Se me não soasse bem, não escrevia, ou então escrevia e mudava tudo a seguir.

Li muitos livros, pois não tinha muitos amigos para passar o tempo. Brincava com os carrinhos dos meus irmãos ou então estava sentada no chão á beira de algum quando este andava a consertar uma das motas antes de ir para as corridas, ficava ali, apenas a observar e a aprender.

Tinha uma colecção invejável de Pequenos Póneis. Ah como ainda adoro aqueles bonecos. Também ficaram perdidos em algum lugar, ou a minha mãe ofereceu os a alguma miúda quando eu cresci.

Tive o meu coração partido três vezes. E... foi uma das melhores coisas que me poderia ter acontecido.
Passei por uma depressão grave, mas sobrevivi e hoje tento sempre lutar contra ela quando ela espreita.
Cometi erros no passado. Contraí dívidas e paguei por elas, Até ao ultimo centavo.
Até dívidas que não eram minhas.
Hoje não vivo de cêntimos contados, mas não vivo à larga. É o suficiente para passar o mês, sem grandes gastos.

Por isso, na próxima vez que estiverem a ver fotos maravilhosas no Instagram ou num blog ou no Facebook e pensarem: "A minha vida é uma merda comparada com esta malta", pensem: Nem sempre as coisas são o que parecem.

Não se comparem a ninguém, vocês são únicos e especiais, por isso tracem o vosso próprio caminho.

Best of love,
Cheers :)

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Música de hoje :)


Because he's MY best friend.
Às vezes colidimos um com o outro e desfiamos-nos.
Amuamos, picamos um ao outro.
Não damos o braço a torcer.
Mas, amamos-nos profundamente. E estamos sempre um para o outro. Mesmo que um tenha magoado o outro.

Cheers :)

A Lista.


Há já uns tempos para cá que se houve falar numa suposta lista de pedófilos.
Então pelo que percebi, será uma lista exclusiva das autoridades, que não será do conhecimento público e, tendo os pais ou encarregados de educação um receio plausível, poderão questionar as autoridades sobre a existência de algum agressor sexual na sua zona de residência ou na zona escolar do seu educando... As autoridades, por sua vez, sem revelar nomes, poderão responder sim, existe 2, 3, 4 ou mais pedófilos, ou que não, não existe registo de algum.
Ora vamos la ver...
Para que não haja dúvidas. A pedofilia, para mim é um dos crimes mais abomináveis que um ser humano pode cometer. Principalmente, na minha opinião, quando cometido contra crianças de tenra idade, então nesse caso ferve me as entranhas.
A lista até poderá tentar manter os agressores na "linha" mas também poderá ter problemas de nascença.

1. O risco de fuga do secretismo dos nomes da lista:
O que me preocupa não é o direito de sigilo dos pedófilos. Não. É a quantidade de nomes iguais existentes neste país, o que poderá causar problemas a inocentes.

2. O medo. Obviamente que, em qualquer caso, prevenir é sempre melhor que remediar. Mas existirá o reverso da moeda. O medo de tocar numa criança da forma mais inocente de carinho que poderá ser confundida com algo mais perverso na mente de quem vê.

3. E esta é a parte mais polémica. A perversidade na mente de certos adolescentes.
Quando em Inglaterra se tomou o assunto da pedofilia mais a serio, foram detectados estes e outros problemas, entre eles, um  jovem que, falsamente, acusou a própria mãe, uma professora universitária, de abuso sexual. A pobre senhora acabou por se suicidar, pois mesmo que tenha sido falso, do estigma já não se livrou. E a educadora de infância que prendia os meninos na cadeira na hora do almoço, porque tinha receio de lhes tocar.

Esta lista cria me um misto de sentimentos contraditórios. Uma parte de mim apoia a incondicionalmente e pensa: que se lixem os direitos de um pedófilo. Que direitos poderão ter "pessoas" que roubaram o direito de uma criança a ser, o que deveria ser, uma criança! E ter uma infância feliz e plena, sem traumas?
Outra parte preocupa se com a imperfeição da mesma.

Não deveríamos antes apostar mais em penalizar de formas mais duras? Como, quando provado o acto, penas mais pesadas sem recuso a fiança ou até mesmo recorrer à castração química? Pode parecer extremo para muita gente, mas o crime que estas pessoas cometeram, também não é?

E vocês, têm alguma opinião em relação a isto?

Cheers :)

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