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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Cinema | Cloverfield

A sério, eu devia levar um estalo de cada vez que vejo um filme mais impressionável antes de ir dormir... É que não preguei olho a noite passada e sempre que passava pelas brasas, ou tinha sonhos estúpidos relacionados, ou com "um cheirinho" do filme que tão estupidamente acabei de ver, como a cabeça de pessoas a explodir com pormenores muito gore... A sério que gostaria de saber onde a minha cabeça vai buscar tudo isto, até porque ainda não tenho formação em anatomia para ter pormenores daquele género...
A propósito, o culpado da minha insónia é este:

Achei de diferente neste filme, foi o facto de que supostamente fora filmado através de uma camcorder de um dos intervenientes... logo coloca-me como se fosse um deles... Vejam, mas não vejam á noite de luzes apagadas, não sejam burrinhos como cá a "je" e poupem o vosso coração a tais sustos...
Cheers :)

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Cinema | Precious


Hoje vi o filme "Precious", há muito tempo que queria -lo, mas hoje quando o vi no videoclube da Zon decidi aluga-lo e não podia ter ficado mais surpreendida... 
Surpreendida por aquele filme tocar-me de tantas maneiras, tocou-me o facto de ela dizer: " o amor pôs-me doente".
Um dia o amor também me pôs doente e quando isso aconteceu, eu não era nada... Pelo menos era assim que me considerava... Alguém sem valor e com um sentimento de falhanço escrito no coração.
Olhava-me ao espelho e não via nada mais que sombra e dor...  Comecei a entender que não há ninguém que possa me fazer sentir valorizada senão eu mesma... Não há ninguém que se vá levantar de manhã por mim senão eu mesma, não há ninguém que me vai amar como eu quero e eu espero, senão eu mesma. E ninguém vai enfrentar os obstáculos e os problemas senão eu mesma. 
Hoje, na proximidade de uma mudança na minha vida, mais uma no caminho de um objectivo, eu olho para trás e penso: Eu devia "agradecer" a quem me pôs doente, pois deu-me oportunidade de me levantar, ter objectivos, querer ser mais do que eu era... e para que nunca eu tenha de pôr a minha felicidade nas mãos de outrem, para que eu tivesse a consciência que nem toda a gente merece o amor que eu um dia dei... e que nem toda a gente tem o coração para ser amada.
Este filme tocou-me e com certeza, deve haver muita gente que precisa de o ver também... Este tem o meu voto :)
Cheers :)

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Sei que vocês andam aí....


Tenho andado desaparecida eu sei... Não que isso faça falta a alguém, vá... Assim como muitos outros bloggers, eu sei que há por aqui alguns leitores assíduos e eu gosto que passem por cá a fazer-me uma visita... Ao menos sei que não estou a falar para o vazio cibernético... Mas se por aí estiverem e se quiserem, podem deixar uma palavrita com uma mensagem ou sugestão, pode ser?... Eu cá não mordo e fico muito, muito mais contente :)
Cheers :)

domingo, 18 de setembro de 2011

I Concur...

 Ouvi isto e pensei: que caraças... também concordo....
“Se não for pra ser bom, romântico, carinhoso, divertido, presente, construtivo. Enfim, se não for pra ser amor, nem me dê bom dia.”  
Cheers :)

Show Me The Meaning Of Being Lonely


Um dia, houve na minha vida, uma altura especial... Que a pouca gente falei, mas que guardo com tanto carinho e amor no meu coração, que dificilmente irei ter outro tempo como aquele... Poderiam pensar que falo de uma pessoa, mas não, de quem vos venho falar hoje, é de um cavalo. Eu já montei muitos cavalos, uns mais bonitos, outros nem tanto assim, uns de escola mais humildes, e outros que valiam uma casa. Mas há um que ficou num cantinho no meu coração, lá no baú das memórias... Venho vos falar de um cavalo chamado Corajoso, um belíssimo cavalo branco. Um cavalo que um dia tinha sido campeão Júnior de Dressage, cuja dona fez 18 anos e trocou as suas belíssimas 4 patas por 4 rodas novas em folha. Foi me confiado para que não estivesse parado dentro da box. Foi o cavalo com quem eu mantive uma amizade muito próxima... Mesmo da box, se ouvisse a minha voz, arrebitava as orelhitas e olhava para mim sem desviar o seu olhar até eu lhe dar os bons dias e lhe desse uma boa dose de festas. As horas em que eu o montava era sem dúvida o momento alto do meu dia. Mas lembro me particularmente de uma segunda-feira de início de Outono quando o sol já ia a meio da tarde e o centro hípico estava praticamente vazio. Nessa tarde limpei-o com tanto carinho e ele parecia aprecia-lo, aparelhei-o com o arreio, peitoral, rédea alemã e ligaduras pretos. Quem nos viu passar a caminho do campo de treino do CHP, não tirou os olhos dele, mesmo sabendo quem ele era. Naquela tarde éramos só nós, e como sempre, e isto foi algo que eu apenas fiz com este cavalo, comecei a cantar, como fazia sempre que estavamos sozinhos e eu o montava. E devo atrever-me a dizer que ele gostava, pois quando o fazia, ele parecia muito mais descontraído e calmo... E é essa tarde que trago com tanto carinho no coração, eu e o Corajoso, com o seu pêlo branco de neve a brilhar no sol morno de fim de tarde de Outono e a música que a minha voz recitava...
São momentos preciosos que valem mais do que todo o dinheiro do mundo.
A música? Por incrível que pareça era esta :
E vocês? têm momentos especiais com os vossos amigos de 4 patas?
Cheers :)

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Guia para gatos sobre Seres Humanos


Eu tenho uma paixão por gatos, admito. Por isso, quando vi isto, não quis deixar de partilhar isto com vocês.

“Porque precisamos dos humanos?


Decidiste adquirir um humano. Ao fazê-lo, acabas de te juntar aos milhões de outros gatos que adquiriram estas estranhas e por vezes frustrantes criaturas. Vai haver inúmeros momentos, durante o período de associação com humanos, em que te vais questionar por que motivo te deste ao trabalho de os agraciar com a tua presença.

O que há de tão bom em ter um humano? Porque não passar o tempo com outros gatos? Os nossos maiores filósofos debateram-se com esta questão durante séculos, mas na verdade, a resposta é simples:

Eles têm polegares oponíveis.

O que os torna a ferramenta perfeita para desempenhar tarefas como abrir portas, tampas, latas, mudar o canal de televisão e outras tarefas que nós, apesar das nossas óbvia superioridade, temos dificuldade em fazer sozinhos. Os chimpanzés, orangutangos e lémures também têm polegares oponíveis, mas não são tão fáceis de treinar.

Como e Quando Obter a atenção do Humano


Os humanos frequentemente assumem de forma errada que há outras tarefas mais importantes do que responder às nossas necessidades imediatas, tais como cuidar dos negócios, passar tempo com a família ou até dormir.

Apesar deste terrível inconveniente, podes conseguir fazer com que isso seja uma vantagem para ti, chateando o humano na altura em que mais está ocupado. Geralmente é-lhes tão frustrante que fazem o que queres, só para se verem livres de ti. Não coincidentemente, os humanos jovens seguem a mesma prática.

Aqui estão alguns métodos testados e eficazes para fazer com que o humano te obedeça:

Sentares-te no papel – Velha, mas resulta. Se o humano tem um papel em frente dele, é provável que seja algo que considerem mais importante do que tu. É provável que te ofereçam uma guloseima para te mandar embora. Estabelece a tua supremacia sobre este derivado de madeira em todas as oportunidades que tenhas. Esta prática funciona bem com teclados de computador, controlos remotos, chaves do carro e crianças pequenas.

Acordar o humano a horas estranhas – O melhor tempo de um gato é entre as 3h30 e as 4h30 da manhã. Ao colocar a pata sobre a cara adormecida do teu humano, tens melhores hipóteses que o humano se levante e, num estado incoerente, faça exactamente aquilo que queres. Podes mesmo ter de arranhar os dorminhocos mais profundos para conseguir a atenção deles. Lembra-te de variar o local onde arranhas para evitar que o humano fique desconfiado.

Castigar o Ser Humano


Por vezes, apesar dos teus melhores esforços, o teu Ser Humanos vai teimosamente resistir a realizar a tua vontade. Nestas circunstâncias extremas, podes ter de punir o teu Ser Humano. Castigos óbvios, tais como arranhar a mobília ou comer as plantas, vão provavelmente dar para o torto – os humanos pouco sofisticados provavelmente interpretam mal estas actividades e podem tentar disciplinar-te a ti. Em alternativa, oferecemos estas subtis mas eficazes opções:

  • Usa a caixa de areia durante um jantar formal importante;
  • Fixa o olhar no teu humano enquanto ele tenta um interlúdio romântico;
  • Coloca-te em cima de um aparelho electrónico importante e simula um ataque de bolas de pêlo;
  • Depois do teu humano ver um filme de terror particularmente perturbante, coloca-te no corredor e avança lentamente, a bufar e a miar;
  • Enquanto o teu humano está a dormir, deita-te na cara dele.

Recompensar o Humano: Os teus presentes devem estar vivos?


O mundo dos gatos está dividido no que diz respeito à etiqueta de presentear o humano com um animal recentemente estripado. Alguns acreditam que os humanos preferem a prenda já morta, enquanto outros mantém que os humanos gostam tanto como nós de ver um grilo ou roedor a morrer lentamente, dado os seus saltos e movimentos brincalhões ao pegarem nas criaturas depois de terem sido presenteados.

Depois de muito ponderar sobre a psique humana, recomendamos que os animais de sangue frio (grandes insectos, rãs, lagartos, cobras e ocasionalmente minhocas) devem ser oferecidos mortos, enquanto que os animais de sangue quente (aves, roedores e o Lulu da Pomerânia do vizinho) são mais apreciados vivos. Quando vires a expressão da cara do teu humano, vais perceber que valeu a pena.

Durante quanto tempo deves manter o humano?


Tens a obrigação para com o teu humano de o manter durante uma das tuas nove vidas. As restantes oito, és tu que decides. Recomendamos variar, embora em última análise, a maioria dos humanos (pelo menos aqueles com quem vale a pena viver) são todos iguais. Mas que esperavas? Afinal, são humanos. Os polegares oponíveis só os permitem ir até determinado ponto.”

Ehehehe adorei
Cheers :)

Oh Really?!


Ele: Olha-me só para esta croma! (linguagem muuuuiiiitttooo purificada, não vou por aqui o que ele realmente chamou á mulher, né?)
(Carro a atravessar-se perigosamente á nossa frente numa rotunda)
Ele: É por isso que sou da opinião que as gajas não deviam de conduzir!
(Virei me para ele, com um olhar, que, se eu pudesse metia-o fora do carro)
Eu: Muito obrigadinha, pela parte que me toca!
Ele: Oh cala-te, tu não conduzes como uma gaja!
(Desvio o olhar dele e olho em frente)
Eu: Um dia destes perco tempo para pensar se isso foi um elogio ou não...
Cheers :)

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Brightest Feathers


Quando tenho a sorte de não chorar durante muito tempo, a primeira lágrima custa sempre a sair, a segunda sai mais facilmente e quando dou por mim, saem todas em catadupa como se tivessem toda a pressa do mundo para escorrer pelo meu rosto, apenas para esvaziar o cheio da alma, toda a mágoa, toda a saudade, todo o sentimento até não restar nada mais que o suficiente para viver, quando sei que tenho de libertar algo, algo demasiado brilhante para prender dentro de mim. Alguns pássaros não devem ser enjaulados, têm as penas demasiado brilhantes. Então abri mão e deixei-te voar.
Cheers :)

Let You Go....


Conseguem imaginar o que mais adoram comer, ou o prato mais delicioso, que faz saltar de alegria cada papila gustativa e todos os vossos sentidos parecem inebriados, ou a paisagem mais bela que os vossos olhos tiveram o privilégio de ver? E sabendo que provavelmente não vão mais comer aquele prato delicioso ou vislumbrar aquela paisagem, tentam congelar aquele momento na vossa memória ao saborear pouco a pouco aqueles últimos pedaços e os últimos olhares, desfrutando cada segundo na quietude do vosso coração e alma, sabendo que o irão levar sempre convosco.... Aconteceu comigo eu ter de abrir mão de algo que eu amava com toda a força do meu ser, tanto que até doía, e saborear aqueles últimos momentos, sabendo que provavelmente seriam os últimos... e no final de contas, acho que por isso vai haver sempre algo teu que me pertence... mesmo na ilusão e na memória...
Cheers :)

sábado, 10 de setembro de 2011

Gone With The Wind...

Sempre tive uma imensa paixão por este filme. Desde pequenita, já o meu pai me falava dele... Tornou-se o melhor filme de todos os tempos.... Acho que perdi a conta há muito, muito tempo das vezes que eu já o vi...
E os vestidos lindissimos que Vivien Leigh usou... Divinais! O meu favorito, sem dúvida, é este:

Apaixonei-me por ele no momento em que o vi...
Curiosamente, li hoje, que Vivien Leigh nasceu no mesmo dia que eu, 5 de Novembro (now, what were the odds in that??) e que ela e Clark Gable, que representava o seu par amoroso, davam-se pessimamente no set. Consta-se até que ele comia cebolas antes de a beijar e que sempre que a beijava pensava em bifes, tanto era a animosidade entre eles... Ás vezes a realidade acompanha a ficção :)
Cheers :)

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Zenith

Acabo de vir daqui:
Compareci ao aniversário da minha querida Filipa, que teve como cenário o Zenith Lounge que fica no terraço do Ipanema Park Hotel. E devo dizer que gostei. Ambiente calmo e com uma vista maravilhosa sobre o Porto. As bebidas são um bocadinho carotas, mas pronto, tudo o resto compensou... Eu recomendo e irei voltar novamente, com certeza.
Cheers:)
P.S. Fez me tão bem sair de casa.... Obrigada Filipa (mesmo sem teres consciência disso).

sábado, 3 de setembro de 2011

It's raining cash, Aleluia, it's raining cash...


Então o que parece é que na Holanda "choveram" notas de uma carrinha de valores, os condutores "pobrezitos" espantados com a visão pararam os carros e toca a apanhar as notitas, coitaditas, que por lá esvoaçavam ao frio, reparem no civismo com que os condutores partilham a "apanha"... Começo a imaginar como seria cá no Porto.... desconfio que se fosse na VCI era condutores á batatada e a "roubarem-se" uns ao outros, desconfio que até saltavam das torres da Prelada eh eh eh... Estas coisas nunca acontecem quando eu vou na estrada... bah
Cheers :)

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